Disortografia é a
dificuldade do aprendizado e
do desenvolvimento da
habilidade da linguagem escrita expressiva. Esta dificuldade pode ocorrer
associada ou não a dificuldade de leitura, isto é, a dislexia. Considera-se que 90% das
disortografias têm como causa um atraso de linguagem; estas são consideradas
disortografias verdadeiras. Os 10% restantes têm como causa uma disfunção
neuro-fisiológica.
Características das
disortografias[
1. Troca
de grafemas: Geralmente as trocas de grafemas
que representam fonemas homorgânicos acontecem por problemas de discriminação
auditiva. Quando a criança troca fonemas na fala, a tendência é que ela escreva
apresentando as mesmas trocas, mesmo que os fonemas não sejam auditivamente semelhantes;
2. Falta de
vontade de escrever;
4. Dificuldade
no uso de coordenação/subordinação das orações;
Disgrafia é o transtorno da
escrita, de origens funcionais. Disgrafia surge nas crianças com adequado
desenvolvimento emocional e afectivo, onde não existem problemas de lesão
cerebral, alterações sensoriais ou história de ensino deficiente do grafismo da
escrita.
Sintomas de Disgrafia
Identificar os sintomas de Disgrafia ajuda a
diagnosticar a criança com esta dificuldade de escrita:
Má organização da página;
Texto sem unidade, desordenado;
Aspeto do conjunto “sujo”;
Letras deformadas;
Choques entre as letras;
Traços de má qualidade;
Letras corrigidas diversas vezes;
Enlaces mal feitos;
Espaços entre as linhas e palavras irregulares, linhas
mal mantidas;
Pouco grau de nitidez entre as letras;
Dimensões exageradas (muito grandes ou pequenas);
Desproporção entre pernas e hastes;
Postura gráfica incorrecta;
Preensão e suporte inadequados dos instrumentos de
escrita;
Ritmo de escrita muito lento ou muito rápido;
Dificuldades na escrita de números e letras;
Dificuldades de imitar o que vê (martelar, amarrar
sapatos, fazer mímicas);
Fenómenos dolorosos geralmente por hipertonia de mão e
dedos;
Dificuldades para copiar letras e outros símbolos pois
não oferecem pista dos padrões motores que se deve usar;
Desenhos distorcidos, mal colocados na folha, sem
proporção ou planeamento e pobres em detalhes;
Excessiva inclinação da folha ou ausência de inclinação.
Existem três tipos de causas para a disgrafia, sendo
elas: causas maturativas, que se relacionam com alterações da lateralidade de
eficácia psicomotora. Estas crianças são por norma desordenadas, apresentam uma
escrita irregular ao nível da pressa, velocidade e traçado.
A segunda causa é uma causa caracterial, que está
associada à personalidade da criança, ou seja vai influenciar o aspeto do
grafismo da criança. Esta causa está também relacionada com fatores
psicoafectivos, pois a criança vai reflectir na escrita o seu estado emocional.
Por fim, a última causa é pedagógica, que está
relacionada com a alteração do tipo de letra e com a qualidade ou rapidez da
escrita. Podem enumerar-se uma série de pontos educacionais que causam
transtornos na escrita:
Instrução rígida e inflexível, sem respeito pelas
características individuais;
Erro no diagnóstico do grafismo;
Deficiente orientação no processo de aquisição da mestria
motora;
Orientação inadequada na mudança de “letra à máquina”
para “letra à mão”
Objectivos demasiado ambiciosos;
Materiais inadequados ao ensino;
Incapacidade para ensinar a posição correcta do papel e dos movimentos base da
escrita.
Discalculia (do
grego dýs+calculare, dificuldade ao calcular), também conhecida
como Cegueira Numérica[1],
é uma desordem neurológica específica que afeta a habilidade de
uma pessoa de compreender e manipular números. Para ser classificada como
discalculia não pode ser causada por problemas na visão e/ou
audição. O termo discalculia é usado frequentemente ao consultar
especificamente à inabilidade de executar operações matemáticas ou aritméticas,
mas é definido por alguns profissionais educacionais como uma inabilidade mais
fundamental para conceitualizar números como um conceito abstrato de quantidades comparativas.[2][3]
Não confundir
com acalculia, que se refere
a perda da capacidade de calcular causada por danos neurológicos.
Conforme o
neurologista Antonio Carlos de Farias, do Hospital Pequeno Príncipe (PR), os
mesmos circuitos cerebrais usados na matemática podem ter repercussão na
coordenação motora fina, no ritmo e na leitura de partituras musicais[1].
Por conta disso, a discalculia pode se manifestar ainda na infância, pelo
atraso em aprender a contar de 1 a 10, por exemplo, ou no desenvolvimento mais
lento da motricidade[1].
É uma inabilidade menos
conhecida, bem como e potencialmente relacionada a dislexia e a dispraxia. A discalculia ocorre em pessoas de qualquer
nível de QI, mas significa que têm frequentemente problemas específicos com
matemática, tempo, medida, etc. Discalculia (em sua definição mais geral) não é
rara. Muitas daquelas com dislexia ou dispraxia tem discalculia também. Há
também alguma evidência para sugerir que este tipo de distúrbio é parcialmente
hereditário.
Existem diversos
tipos de discalculia[4]:
·
Discalculia
léxica: dificuldade na leitura de símbolos matemáticos;
·
Discalculia
verbal: dificuldades em nomear quantidades matemáticas,
números, termos e símbolos;
·
Discalculia
gráfica: dificuldade na escrita de símbolos matemáticos;
·
Discalculia
operacional: dificuldade na execução de operações e cálculos
numéricos;
·
Discalculia
practognóstica: dificuldade na enumeração,
manipulação e comparação de objetos reais ou em imagens;
·
Discalculia
ideognóstica: dificuldades nas operações mentais e no
entendimento de conceitos matemáticos.
A palavra discalculia vem
do grego (dis, mal) e do Latin (calculare, contar)
formando: contando mal. Essa palavra calculare vem,
por sua vez, de cálculo, que significa o seixo ou
um dos contadores em um ábaco.
Discalculia é um impedimento
da matemática que vá adiante junto com um número de outras limitações, tais
como a introspecção espacial, o tempo, a memória pobre, e os problemas de
ortografia. Há indicações de que é um impedimento congênito ou hereditário, com
um contexto neurológico. Discalculia atinge crianças e adultos.
Discalculia pode ser detectada
em uma idade nova e medidas podem ser tomadas para facilitar o enfrentamento
dos problemas dos estudantes mais novos. O problema principal está em
compreender que o problema não é a matemática e sim a maneira que é ensinada às
crianças. O modo que a dislexia pode ser tratada de usar uma aproximação
ligeiramente diferente a ensinar. Entretanto, a discalculia é o menos conhecida
destes tipos de desordem de aprendizagem
e assim não é reconhecida frequentemente.
Alguns
dos possíveis sintomas são:
·
Dificuldades frequentes com os
números, confundindo as operações de adição, subtração, multiplicação e
divisão.
·
Falta de senso de direção
(para o norte, sul, leste, e oeste) e pode também ter dificuldade com uma
bússola.
·
Problemas de diferenciar entre
esquerda e direita
·
A inabilidade de dizer qual de
dois números é o maior.
·
Dificuldade com tabelas de
tempo, aritmética mental,
etc.
·
Melhor nos assuntos tais como
a ciência e a geometria, que requerem a lógica mais que as fórmulas, até que um
nível mais elevado que requer cálculos seja necessário.
·
Dificuldade com tempo conceitual e julgar a passagem do tempo.
·
Dificuldade com tarefas
diárias como verificar a mudança e ler relógios analógicos.
·
A inabilidade de compreender
o planejamento financeiro
ou incluir no orçamento, nivelar às vezes em um nível básico, por exemplo,
estimar o custo dos artigos em uma cesta de compras.
·
Tendo a dificuldade mental de
estimar a medida de um objeto ou de uma distância (por exemplo, se algo está
afastado 10 ou 20 metros).
·
Inabilidade de apreender e
recordar conceitos matemáticos, régras, fórmulas, e seqüências matemáticas.
·
Dificuldade de manter a
contagem durante jogos.
·
Dificuldade nas atividades que
requerem processamento de seqüências, do exame (tal como etapas de dança) ao
sumário (leitura, escrita e coisas sinalizar na ordem direita). Pode ter o
problema mesmo com uma calculadora devido às dificuldades no processo da
alimentação nas variáveis.
·
A circunstância pode conduzir
em casos extremos a uma fobia da matemática e de dispositivos matemáticos (por exemplo números).
Os cientistas procuram ainda
compreender as causas da discalculia, e para isso têm investigado em diversos
domínios.
·
Neurológico: Discalculia foi
associada com as lesões ao supramarginal e os giros angulares na junção entre
os lóbulos temporal e parietal do cortex cerebral.
·
Déficits na Memória de
Trabalho (Memória Operacional): Adams e Hitch discutem que a Memória de
Trabalho é um fator principal na adição mental. Desta base, Geary conduziu
um estudosugerindo que a discalculia se dava por conta de um deficit da Memória
de Trabalho. Entretanto, o problema é que as deficiências da Memória de
Trabalho são confundidos com dificuldades de aprendizagem gerais, assim os
resultados de Geary não podem ser específicos ao discalculia mas podem refletir
um déficit de aprendizagem maiores.
Pesquisas feitas por
estudiosos de matemática mostraram aumento da atividade de EEG no hemisfério
direito durante o processo de cálculo algorítmico. Há alguma evidência de
déficits direitos do hemisfério na discalculia.
Outras
causas podem ser:
·
Um estudante que tem um
instrutor cujo método de ensinar a matemática seja duro de compreender para o
estudante.
·
Memória a curto prazo que está
sendo perturbada ou reduzida, fazendo-a difícil de recordar cálculos.
·
Desordem congênita ou
hereditária. As indicações da mostra dos estudos desta, mas não são ainda
concreto.
·
Uma combinação destes fatores.
Dislexia é
uma perturbação
da aprendizagem caracterizada pela dificuldade de leitura, apesar da inteligência da pessoa ser normal.[2][7] A perturbação afeta as pessoas em
diferentes graus.[4] Os principais sintomas são dificuldades em
pronunciar corretamente as palavras, em ler rapidamente, em escrever palavras à
mão, em subvocalizar palavras,
em pronunciar corretamente palavras ao ler em voz alta e em compreender aquilo
que se está a ler.[4][8] Em muitos casos estas dificuldades
começam-se a notar na escola.[3] Nos casos em que a pessoa anteriormente
conseguia ler sem dificuldade, mas em determinado momento perde essa
capacidade, a perturbação denomina-se alexia.[4] Estas dificuldades são involuntárias e as
pessoas com esta perturbação demonstram um desejo de aprendizagem normal.[4]
O tratamento consiste em
ajustar os métodos de ensino de forma a corresponder ás necessidades da pessoa.[2] Embora isto não constitua
uma cura para o problema subjacente, pode diminuir o grau dos sintomas.[9] Os tratamentos focados na visão não são
eficazes.[10] A dislexia é o mais comum perturbação
da aprendizagem e ocorre em todas as regiões do mundo.[3][11] Afeta entre 3% e 7% da população mundial,[3][6] embora até 20% das pessoas possam
apresentar algum grau dos sintomas.[12] Embora a dislexia seja diagnosticada com
maior frequência em homens,[3] tem sido sugerido que afeta homens e mulheres
de igual forma.[11] Tem também sido proposto que a dislexia
seja melhor descrita como uma diferente forma de aprendizagem, apresentando
tanto vantagens como desvantagens.[13]
O novo dicionário internacional de saúde mental (DSM V) retirou o termo dislexia para que outros termos mais precisos como
disgrafia, dislalia e disfasia recebam preferência.[14]
A dislexia pode coexistir ou
mesmo confundir-se com características de vários outros fatores de dificuldade
de aprendizagem, tais como o déficit de atenção/hiperatividade,dispraxia, discalculia, e/ou disgrafia. Contudo a dislexia e as desordens do déficit
de atenção e hiperatividade não estão correlacionados com problemas de
desenvolvimento.[15][16]
Tipos
A dislexia pode
ser classificada de várias formas, dependendo da abordagem profissional e dos
testes usados no seu diagnóstico (testes fonoaudiológicos, pedagógicos,
psicológicos, neurológicos...). Geralmente o diagnóstico é feito por equipe
multiprofissional.
·
Dislexia disfonética:
Dificuldades de percepção auditiva na análise e síntese de fonemas,
dificuldades temporais, e nas percepções da sucessão e da duração (troca
de fonemas e grafemas por outros similares, dificuldades no reconhecimento
e na leitura de palavras que não têm significado, alterações na ordem das
letras e sílabas, omissões e acréscimos, maior dificuldade na escrita do que na
leitura, substituição de palavras por sinônimos);
·
Dislexia diseidética:
dificuldade na percepção visual, na percepção gestáltica (percepção do todo como
maior que a soma das partes), na análise e síntese de fonemas (ler sílaba por
sílaba sem conseguir a síntese das palavras, misturando e fragmentando as
palavras, fazendo troca por fonemas similares, com maior dificuldade para a
leitura do que para a escrita);
·
Dislexia visual:
deficiência na percepção visual e na coordenação visomotora (dificuldade no
processamento cognitivo das imagens);
·
Dislexia auditiva:
deficiência na percepção auditiva, na memória auditiva e fonética (dificuldade
no processamento cognitivo do som das sílabas);
·
Dislexia mista: que seria
a combinação de mais de um tipo de dislexia.
Nota: Nessa
classificação discalculia (dificuldade
com aritmética) é uma classificação distinta, e não um sub-tipo de dislexia.
Nova
definição pela área de dificuldade
Dislexia foi
dividida em 6 diagnósticos de Desordem de aprendizado distintos
e mais específicos:
·
Desordem na
leitura de palavras;
·
Desordem na
fluência de leitura;
·
Desordem na
compreensão da leitura;
·
Desordem na
expressão escrita;
·
Desordem no
cálculo matemático;
·
Desordem na
resolução de problema de matemática.
Na maioria
dos casos, o problema não é trocar letras, e sim em identificar adequadamente
os sinais gráficos, letras ou outros códigos que caracterizam um texto.
A dislexia é mais
frequentemente caracterizada por dificuldade na aprendizagem da decodificação das
palavras. Pessoas disléxicas apresentam dificuldades na associação do som à
letra (o princípio do alfabeto); também costumam trocar letras, por exemplo, b
com d, ou mesmo escrevê-las na ordem inversa, por exemplo, "ovóv"
para vovó.[22]
Desse modo, são considerados
sintomas da dislexia relativos à leitura e escrita os seguintes erros:
Erros por
confusões na proximidade especial
·
Confusão de letras assimétricas;
Confusões por proximidade
articulatória e sequelas de distúrbios de fala
·
Confusões por proximidade
articulatória;
·
Omissões de sílabas.
Acumulação e
persistência de seus erros de soletração ao ler e de ortografia ao escrever
·
Confusão entre
letras, sílabas ou palavras com poucas diferenças na forma de escrever: a-o;
c-o; e-c; f-t; h-n; i-j; m-n; v-u; etc;
·
Confusão entre
letras, sílabas ou palavras com formato similar, mas diferente direção: b-d;
b-p; d-b; d-p; d-q; n-u; w-m; a-e;
·
Confusão entre
letras que possuem um ponto de articulação comum, e, cujos sons são
acusticamente próximos: d-t; j-x;c-g;m-b-p; v-f;
·
Inversões
parciais ou totais de sílabas ou palavras: me-em; sol-los; som-mos; sal-las;
pal-pla.
Perturbações relacionadas[
Outras perturbações da
aprendizagem que frequentemente acompanham os disléxicos, dentre elas[23]:
·
Alterações na memória;
·
Alterações na memória de
séries e sequências;
·
Orientação direita-esquerda;
·
Linguagem escrita;
·
Dificuldades em matemática;
·
Confusão com relação às
tarefas escolares;
·
Pobreza de vocabulário;
·
Escassez de conhecimentos
prévios (memória de longo prazo).
Devem ser excluídas do
diagnóstico do transtorno da leitura as crianças com deficiência mental, com
escolarização escassa ou inadequada e com déficits auditivos ou visuais
Comorbidades frequentes[
Estudos no Brasil e no
exterior constataram algumas características frequentes em crianças com
dislexia[25]:
·
Atraso no desenvolvimento
motor (como engatinhar, sentar e andar);
·
Atraso ou deficiência na
aquisição da fala;
·
Dificuldade para entender o
que está ouvindo;
·
Enurese noturna (urinar na
cama);
·
Suscetibilidade às alergias e
as infecções;
Apesar de não haver um
consenso dos cientistas sobre as causas da dislexia, pesquisas recentes apontam
fortes evidências neurológicas para a
dislexia, parte por causas genéticas, parte por fatores congênitos (durante o desenvolvimento no
útero). Uma das possíveis causas, é a exposição do feto a doses excessivas
de testosterona durante
a gestação, o que
explicaria a maior incidência da dislexia em pessoas do sexo masculino, pois
fetos do sexo feminino tendem a ser abortados com o excesso de testosterona.
Pessoas que possuem dislexia
têm uma área do cérebro mais desenvolvida que pessoas que não possuem esta
síndrome..
É comum que
disléxicos tenham uma história de frustrações, sofrimentos, humilhações e
sentimentos de inferioridade no meio acadêmico por conta da maior dificuldade
em aprender.[31]
A dificuldade de aprendizagem
relacionada com a linguagem (leitura, escrita e ortografia), pode ser inicial e
informalmente (um diagnóstico mais preciso deve ser feito e confirmado
por neurolinguista) diagnosticada pelo professor da língua materna, com
formação na área de Letras e com habilitação em Pedagogia, que pode vir a realizar uma medição da velocidade
da leitura da criança, utilizando, para tanto, a seguinte ficha de observação,
com as seguintes questões a serem prontamente respondidas[23]:
·
A criança movimenta os lábios
ou murmura ao ler?
·
A criança movimenta a cabeça
ao longo da linha?
·
Sua leitura silenciosa é mais
rápida que a oral ou mantém o mesmo ritmo de velocidade?
·
A criança segue a linha com o
dedo?
·
A criança faz excessivas
fixações do olho ao longo da linha impressa?
·
A criança demonstra excessiva
tensão ao ler?
·
A criança efetua excessivos
retrocessos da vista ao ler?
Para um exame mais preciso da
tensão ao ler e de quantas vezes a mesma frase é re-observada pode-se
posicionar-se atrás do educando e utilizar um espelho para verificar os
movimentos de tensão e frequente "vai-e-vem" nos olhos do educando
enquanto ele lê e escreve.
Exercícios em que o educando
deve completar certas palavras omitidas no texto, podem ser utilizado para
determinar o nível de compreensibilidade do material de leitura.
O tratamento
mais eficiente é multiprofissional e consiste em ajudar o portador de dislexia
a desenvolver mecanismos alternativos de leitura, escrita e compreensão
matemática.[33]
A intervenção na dislexia tem
sido feita principalmente por meio de dois métodos de alfabetização, o
multissensorial e o fônico. Enquanto o método multissensorial é mais indicado
para crianças mais velhas, que já possuem histórico de fracasso escolar,
o método fônico é
indicado para crianças mais jovens e preferencialmente ser introduzido logo no
início da alfabetização.
Apesar de não existir cura
para a dislexia, a Ciência já sabe indicar o que deve ser feito para conduzir a
criança com esse tipo de problema às atividades normais. Especialistas garantem
que o cérebro tem enorme capacidade de se reorganizar e dar “cobertura” a essa
deficiência. Para os pais, o importante é estar ciente de que ela pode ser
inteligente de outras maneiras, mesmo sem ler e escrever bem.
Aprendizado de palavras difíceis[
Os padrões de movimentos dos
olhos são fundamentais para a leitura eficiente. São as fixações nos movimentos
oculares que garantem que o leitor possa extrair informações visuais do texto.
No entanto, algumas palavras são fixadas por um tempo maior que outras. Todas
as pessoas tem dificuldades diferentes no aprendizado de diferentes palavras,
pois existem muitos fatores que influenciam a facilidade ou dificuldade no
reconhecimento de palavras.
Dentre os fatores mais
importantes para escrever uma palavra corretamente estão[37]:
·
Tamanho da palavra;
·
Familiaridade com a palavra;
·
Frequência com que ela é
usada;
·
Idade com a qual ela foi
aprendida;
·
Repetição do uso dessa
palavra;
·
Significado dessa palavra;
·
Contexto no qual ela é
utilizada;
·
Similaridade entre a forma
escrita e a forma falada;
·
Interação dessa palavra com
outras.
Assim, qualquer um desses
fatores pode influenciar a dificuldade ou facilidade que um educando possui em
entender o significado de uma palavra nova e escrevê-la e pronunciá-la
corretamente.
Intervenção psicopedagógica[
A fase de alfabetização de uma
criança, a princípio, é a mais fácil de se notar se ela possui dislexia, pois é
neste momento que o professor perceberá suas principais dificuldades. Por isso,
é necessário que, o professor em sala de aula esteja sempre atento, dessa
forma, cabe a ele pedir aos pais um encaminhamento a um especialista. Após
identificada a dislexia, é preciso que a escola, o professor e a família,
acompanhado de um psicopedagogo, trabalhem em conjunto no tratamento da
criança, para que se possa amenizar suas dificuldades no aprendizado. Em muitos
casos, a criança é vista como preguiçosa ou sem vontade de aprender, fazendo
com o aluno se sinta inseguro e incapaz. A partir disso, surgem algumas reações
de rebeldia.
O psicopedagogo é o
profissional que auxiliará no tratamento da criança disléxica, desenvolvendo
atividades que possibilitam a descoberta de seus conhecimentos, talentos e
habilidades, estes, muitas vezes escondidos nos constrangimentos, que podem vir
a ocorrer em sala de aula. É importante que todos saibam valorizar todo e
qualquer esforço do disléxico, sempre respeitando seu ritmo de aprendizagem.
Distúrbio do déficit de
atenção sem hiperatividade
Distúrbio do déficit de
atenção sem hiperatividade (ADHD-I ou ADHD-PI) é um
dos três subtipos de transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), ou "Mal de Klosouski".
Esse transtorno é algumas vezes
chamado apenas de distúrbio de déficit de atenção pelo público em geral, mas
esse termo foi modificado em 1994 pelo Manual Diagnóstico e Estatístico de
Desordens Mentais (DSM-IV), quarta edição.
Descrição e
diferenças em relação aos outros subtipos de TDA]
As
características marcantes desse tipo de transtorno são a facilidade de
distração com devaneios frequentes (imaginação "viajante") (são
conhecidos como distraídos e vivem imaginando coisas), desorganização, procrastinação, esquecimento e letargia/fadiga. Ao
contrário do que ocorre nos outros subtipos, não são comuns
traços de hiperatividade. O ADHD-I
geralmente é diagnosticado muito mais tardiamente que os outros subtipos de
ADHD, provavavelmente porque a falta de sintomas de hiperatividade torna a
doença mais discreta. Os sintomas não precisam estar presentes o tempo todo, um
dos motivos pelos quais alguns profissionais preferem o termo
"inconsistência de atenção" ao invés de "déficit de
atenção".
Pais e professores podem
interpretar erroneamente as causas das atitudes e comportamentos de uma criança
com TDAH-I e, talvez, fazerem frequentemente repreensões inadequadas, como:
"você é irresponsável", "você é desorganizado", "você
não se esforça", etc. Algumas crianças acabam entendendo que são
diferentes de alguma forma, mas, infelizmente, isso não impede que elas aceitem
as críticas indevidas, criando uma auto-imagem negativa e, pior ainda,
auto-alimentada.
Frequentemente, a ausência de
tratamento e diagnóstico faz com que a desatenção, frustrações e baixa
auto-estima criem uma série de problemas de relacionamento pessoal, além de
problemas de desempenho no ensino superior ou no trabalho (aliados aos
problemas de relacionamento, também nesses ambientes).Esse quadro,
principalmente considerando-se a baixa auto-estima e as frustrações, acaba
levando frequentemente a outros distúrbios (como os de humor ou de ansiedade) e
ao uso de drogas.
Alguns especialistas, como o
Dr. Russell Barkley, argumentam
que TDA-PD (PD = predominantemente desatento) é tão diferente do TDAH
tradicional que deveria ser considerada uma desordem distinta. Dr. Russel cita
alguns sintomas comuns entre pacientes com TDA-PD — particularmente a quase
ausência de desordens de conduta e comportamentos de alto risco — e respostas
bastante diferentes a medicamentos estimulantes.
Critérios do DSM-IV[
O DSM-IV permite
o diagnóstico do subtipo predominantemente desatento se o
indivíduo apresentar seis ou mais dos seguintes sintomas de desatenção por pelo
menos seis meses (chegando ao ponto de ser prejudicial ao seu desenvolvimento):
1. Frequentemente não dá a atenção devida a detalhes ou comete erros
típicos de descuido na escola, no trabalho ou em outras atividades.
2. Frequentemente tem problemas em manter a atenção em tarefas ou
atividades recreativas.
3. Frequentemente parece não dar ouvidos quando lhe dirigem a palavra.
4. Frequentemente não segue instruções e falha em concluir tarefas
escolares, pequenas tarefas ou obrigações no trabalho (não devido a oposição ou
não compreensão das instruções).
5. Frequentemente tem problemas organizando atividades.
6. Frequentemente evita, não gosta ou não quer fazer coisas que exigem
tempo e esforço mental.
7. Frequentemente perde coisas necessárias para as tarefas e atividades
(ferramentas, brinquedos, canetas, livros, etc).
8. Frequentemente se distrai.
9. Frequentemente esquece atividades do dia-a-dia.
10. Frequentemente esquece senhas, informações pessoais
Um requisito ao diagnóstico de TDA-PI é que os sintomas prejudiciais precisam
estar ou ter estado presentes antes dos sete anos de idade e serem observados
em pelo menos dois campos distintos da vida do indivíduo (casa e escola ou casa
e trabalho, por exemplo). Há, ainda, evidências clínicas de prejuízo no
convívio social e no desempenho acadêmico e ocupacional. Observa-se, ainda, que
esses sintomas não devem ocorrer exclusivamente durante outras desordens
(como esquizofrenia) e não devem ser melhor enquadrados por outros distúrbios (de humor, de
ansiedade, de desassociação, de personalidade, etc).
Exemplos de sintomas
observados
Crianças
·
Falha ao
prestar atenção a detalhes, bem como erros provenientes de descuido ao fazer
tarefas escolares ou outras atividades.
·
Problemas
para manter a atenção centrada durante tarefas ou brincadeiras
·
Aparentar
não ouvir quando lhe dirigem a palavra
·
Falha em
seguir instruções ou terminar tarefas
·
Evita
tarefas que requerem grande esforço mental e organização, como projetos
escolares
·
Perda
frequente de itens necessários para facilitar tarefas ou atividades
·
Distrai-se
com excessiva facilidade
·
Frequentemente
esquece-se das coisas
·
Adia tarefas
e tem dificuldade em iniciá-las
Adultos
·
Frequentemente
comete erros característicos de descuido quando trabalhando em projetos que não
são do seu interesse ou são difíceis
·
Dificuldade
em manter a atenção centrada no trabalho.
·
Dificuldade
em concentrar-se em conversações.
·
Dificuldade
em terminar projetos já iniciados.
·
Dificuldade
em organizar-se de forma a concluir as tarefas
·
Evita ou
adia o início de projetos que requerem esforço mental
·
Frequentemente
guarda em locais inapropriados ou perde coisas em casa ou no trabalho
·
Facilmente
distrai-se devido a outras atividades ou ruídos
·
Dificuldade em
lembrar de compromissos ou obrigações
Dificuldades de aprendizagem
Dificuldade de aprendizagem, por vezes
referida como desordem de aprendizagem ou transtorno
de aprendizagem, é um tipo de desordem pela qual um indivíduo apresenta
dificuldades em aprender efetivamente.
A desordem afeta a capacidade do cérebro em receber e processar informação e pode tornar problemático para um
indivíduo o aprendizado tão rápido quanto o de outro, que não é afetado por
ela.
Um indivíduo com dificuldades
de aprendizagem não apresenta necessariamente baixo ou alto QI: significa apenas que ele está trabalhando abaixo da sua capacidade
devido a um fator com dificuldade, em áreas como por exemplo o processamento
visual ou auditivo. As dificuldades de aprendizagem normalmente são
identificadas na fase de escolarização, por profissionais como psicólogos, através de avaliações específicas de inteligência, conteúdos e processos de aprendizagem.
Embora a dificuldade de
aprendizagem não seja indicativa do nível de inteligência, os seus portadores têm dificuldades em
desempenhar funções ou habilidades específicas, ou em completar tarefas, caso
entregues a si próprios ou se encarados de forma convencional. Estes indivíduos
não podem ser curados ou melhorados, uma vez que o problema é crônico, ou seja,
para toda a vida. Entretanto, com o apoio e intervenções adequados[1], esses mesmos indivíduos podem ter sucesso
escolar e continuar a progredir em carreiras bem sucedidas, e mesmo de
destaque, ao longo de suas vidas.
Em tempo, ainda pode se
ressaltar que as chamadas dificuldades de aprendizagens surgem devidos na
maioria das vezes por situações sociais, ou seja, o meio em que convive. A
família é um canal para essa melhoria, pois, o professor que é um especialista
da área de ensinar pode realizar algumas interferências, porém o chamado
educador poderá ser qualquer cidadão, pois educar todos tem essa capacidade, e
professor é uma profissão.
Ainda que o termo dificuldades
de aprendizagem tenham se tornado foco de pesquisas mais intensas nos últimos
anos, no entanto, elas ainda são pouco entendidas pelo público em geral.
"As informações sobre
dificuldades de aprendizagem têm tido uma penetração tão lenta que os enganos
são abundantes até mesmo entre professores e outros profissionais da educação.
Não é difícil entender a confusão. Para começo de conversa, o termo
dificuldades de aprendizagem refere-se não a um único distúrbio, mas a uma
ampla gama de problemas que podem afetar qualquer área do desempenho acadêmico.[2]"
O termo "dificuldade de
aprendizagem" (no original em língua inglesa, "learning disability")
aparentemente foi usado pela primeira vez e definida por Kirk (1962, citado em Streissguth,
Bookstein, Sampson, & Barr, 1993, p. 144). O autor referia-se a uma
aparente discrepância entre a capacidade da criança em aprender e o seu nível
de realização. Nos Estados Unidos uma análise das
classificações de Dificuldades de Aprendizagem em 49 dos 50 estados revelou que
28 dos estados incluíram critérios de discrepância de QI/realização em suas diretrizes para Dificuldades de Aprendizagem (Ibid.,
citando Frankenberger & Harper, 1987). No entanto, o Joint National Committee for Learning Disabilities (NJCLD)
(1981; 1985) preferiu uma definição ligeiramente diferente:
"Dificuldades de
Aprendizagem é um termo genérico que se refere a um grupo heterogêneo
de desordens manifestadas por dificuldades significativas na aquisição e uso da
audição, fala, leitura, escrita, raciocínio ou habilidades matemáticas. Esses
transtornos são intrínsecos ao indivíduo e presume-se que devido à disfunção
do Sistema
Nervoso Central. Apesar de que uma dificuldade de aprendizagem
pode ocorrer concomitantemente com outras condições incapacitantes (por
exemplo, deficiência sensorial, retardo mental, distúrbio social e emocional)
ou influências ambientais (por exemplo, diferenças culturais, instrução
insuficiente/inadequada, fatores psicogênicos), não é o resultado direto dessas
condições ou influências.
O transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH)
é frequentemente estudado em conexão com as dificuldades de aprendizagem, mas
atualmente não está compreendido nas definições padrão de dificuldades de
aprendizagem. É verdade que indivíduos com TDAH debatem-se com a aprendizagem,
mas com frequência podem aprender adequadamente, uma vez que estejam
adequadamente tratados/medicados. Uma pessoa pode ter TDAH mas não possuir
dificuldades de aprendizagem, ou ter dificuldades de aprendizagem mas não
apresentar TDAH.
·
apresenta uma linha desigual
em seu desenvolvimento;
·
as suas dificuldades de
aprendizagem não são causadas por pobreza ambiental;
·
as suas dificuldades de
aprendizagem não são causadas por atraso mental ou transtornos emocionais.
Dessa forma, só é procedente
referir dificuldades de aprendizagem em relação a crianças que:
·
Possuem ambiente sóciofamiliar
normal;
·
Não apresentam deficiências
sensoriais e nem afecções neurológicas significativas;
·
O seu rendimento escolar é
manifesto e reiteradamente insatisfatório.
Tipos de dificuldades de
aprendizagem
Áreas de percepção envolvidas
Dificuldades de aprendizagem
envolvem muitas áreas de percepção, entre as quais:
·
discriminação visual ou
auditiva;
·
percepção das diferenças em
ambos as vistas ou ouvidos;
·
impedimento visual ou
auditivo;
·
preenchimento da falta de
peças de imagens ou sons;
·
discriminação figura-fundo
visual ou auditiva;
·
focalização de um objeto,
ignorando os seus antecedentes;
·
memória visual ou auditiva,
nem a curto nem a longo prazo;
·
sequenciamento visual ou
auditivo;
·
colocação do que é visto ou
ouvido na ordem certa;
·
associação e compreensão
auditiva;
·
relacionamento do que é ouvido
a outras coisas, incluindo definições de palavras e significados de sentenças;
·
percepção espacial;
·
lateralidade (acima e abaixo,
entre, dentro e fora) e posicionamento no espaço;
·
percepção temporal;
·
intervalos de tempo de
processamento da ordem de milissegundos, fundamental para o desenvolvimento da
fala de transformação;
·
incapacidade de Aprendizado
Não-Verbal ("Nonverbal Learning Disability");
·
processamento de sinais
não-verbais em interações sociais.
Terminologia e classificação
São empregados vários termos
para descrever dificuldades de aprendizagem em particular. Um indivíduo pode
apresentar uma ou mais de uma. Algumas delas são (os códigos apresentados
são CID-10 e DSM-IV, respectivamente):
·
dificuldade em produzir sons
da fala (distúrbio da articulação)
·
dificuldade em colocar as suas
ideias em forma oral (desordem expressiva)
·
dificuldade em perceber ou
entender o que as outras pessoas dizem (transtorno receptivo)
·
Dislexia -
termo geral para uma deficiência na área da leitura.
·
dificuldade em mapeamento
fonético, onde doentes têm dificuldade em correspondência com várias
representações ortográficas para sons específicos
·
dificuldade com orientação
espacial, que é estereotipado na confusão das letras b e d,
assim como outros pares. Na sua forma mais grave, b, d, p e q,
todos distinguidos principalmente pela orientação à mão, aparência idêntica à
do disléxico
·
dificuldade com a
ordenação sequencial, de tal forma que uma pessoa pode ver uma combinação
de letras, mas não percebê-las na ordem correta
·
Disgrafia - o
termo geral para uma deficiência na área da escrita física. É geralmente
associada à dificuldade de integração visual-motora e habilidades motoras
finas.
·
Discalculia - o termo geral para uma deficiência na
área da Matemática.
Uma forma aceita de se referir
a estes indivíduos como "especiais" é devido às suas circunstâncias
especiais.
Hoje em dia é considerado como
insensível e rude ridicularizar ou fazer troça de alguém portador de uma
deficiência.
Várias teorias tem sido
formuladas para explicar a causa ou as causas das dificuldades de aprendizagem.
Elas são concebidas de modo a envolver o cérebro de alguma forma. As causas mais comuns
apontadas são:
·
defeitos ou erros na estrutura
do cérebro;
·
abuso de drogas;
·
má nutrição;
·
falta de envolvimento dos pais
durante as fases de desenvolvimento precoce do bebê;
·
falta de comunicação entre as
várias partes do cérebro;
·
quantidades incorretas de
vários neurotransmissores, ou
problemas no uso dos mesmos por parte do cérebro;
·
problemas comuns com os
neurotransmissores incluem níveis insuficientes de dopamina, regulagem inadequada de serotonina e recaptação excessiva da dopamina, onde
neurônios emissores de dopamina reabsorvem-na em quantidade demasiada após
liberá-la para se comunicar com outros neurônios (também implicado nos quadros
de depressão clínica).
·
doenças meningocócicas
principalmente meningite do tipo bacteriano que afeta toda a estrutura cerebral
(regiões frontais e laterais) comprometendo de forma significativa o
aprendizado, sendo esta um déficit adquirido e não biológico, portanto não
hereditário, afirmações estas explicitadas devido a dificuldade de aprendizagem
não ser tão comum quando de origem cerebral, e não meramente ambiental.
Dificuldades de aprendizagem
podem ser tratadas com uma variedade de métodos, mas geralmente são consideradas como desordens
vitalícias. Alguns (ajustes, equipamentos e auxiliares) são projetados para
acomodar ou ajudar a compensar a deficiência, enquanto outros (Educação Especial)
destinam-se a fazer melhorias nas áreas fracas. O psicopedagogo Reuven Feuerstein, autor da Teoria da modificabilidade cognitiva estrutural, afirma que
a inteligência pode ser "expandida". Segundo ele, qualquer pessoa,
independente de sua idade e mesmo que seja considerada inapta, pode desenvolver
sua inteligência e adquirir a capacidade de aprender.[3]
Os
tratamentos incluem:
·
atribuições de lugares
especiais;
·
tarefas escolares alternativas
ou modificadas;
·
procedimentos de
avaliação/testes modificados;
·
equipamento
especial:
·
assistentes
de sala de aula:
·
tomadores de nota;
·
leitores;
·
Corretores;
·
educação
especial:
·
colocação em uma classe
especial;
·
matrícula em uma escola
especial para a aprendizagem dos aluno